Começou na madrugadas desta quarta feira (21/07) a competição de futebol para nossas equipes nas Olímpiadas de Tóquio com a vitória da seleção feminina de 5×0 sobre a seleção chinesa. E o SPM 365 preparou um compacto com o histórico da seleção brasileira na competição. Se liga!

A história do futebol nas Olímpiadas

O futebol se tornou parte dos jogos olímpicos a partir de 1900, nas Olímpiadas de París e em seus primeiros anos foi tratado como um esporte apenas de exibição, afinal o esporte estava em seu processo de internacionalização.

Era disputado entre equipes locais, equipes compostas por universidades e sendo assim, não eram reconhecidas as medalhas pelo COI e também pela FIFA, que só viria a ser criada em 1904.

A melhor posição do Brasil na era “clássica” das Olímpiadas foi um quarto lugar em 1976, após perder para a União Soviética por 2×0 em Montreal, no Canadá.

Olípiadas na era moderna

Devido o amadorismo das equipes que disputavam e o amplo domínio das seleções do leste europeu, o interesse do público se tornava cada vez menor, pois os jogos eram monotonos e previsíveis.

Pensando em mudar essa visão e elevar o patamar da competição, o Comitê Olímpico Internacional (COI) buscou a liberação através da FIFA para a participação de jogadores profissionais. A maior entidade do futebol não via com bons olhos, pois temia que as Olímpiadas rivalizasse com a Copa do Mundo em audiência.

Então, foi permitido que as seleções levassem suas equipes sub-23 para participar do evento e a partir de Atlanta, em 1996, foi possível levar 3 atletas acima desta idade.

O desempenho da seleção brasileira

Los Angeles – 1984

Em 1984, o Brasil conquistaria a sua primeira medalha no futebol masculino com uma equipe formada inteiramente por atletas do Internacional de Porto Alegre. Aquela seleção contava com figuras como: Dunga, Mauro Galvão e Luiz Carlos Winck.

O Brasil caiu no grupo C que continha: Alemanha Ocidental, Marrocos e Arábia Saudita.

A primeira fase foi perfeita, 3 jogos e 3 vitórias, marcando 6 gols (segundo melhor ataque da primeira fase) e levando apenas 1 gol. O que colocava o Brasil como uma das seleções favoritas junto com Iugoslávia, França e Itália.

Já nas quartas de final, o futebol da seleção não conseguiu apresentar a mesma qualidade da primeira fase e, em um jogo complicado contra a seleção do Canadá, após o 1×1 no tempo regulamentar o Brasil só conseguiria passar nos pênaltis.
Gilmar (que marcou no tempo normal), Kita, Ademir e André Luis converteram para o Brasil e Wilson e Gray para o Canadá, 4×2 no placar final.

Na semifinal o Brasil enfrentaria a Itália (ainda com o nome de Paolo Rossi latejando na cabeça dos brasileiros depois da copa de 82) que havia sido a pior primeira da colocada da fase anterior com apenas 2 gols) e foi um jogo duríssimo como esperado.

Gilmar abriu o placar aos 8 minutos do segundo tempo, Fanna aos 17′ para os italianos, que conseguiram levar o jogo para a prorrogação. O Brasil foi salvo graças ao gol de Ronaldo Moraes no primeiro tempo da prorrogação, mas sofreu muito com a seleção azzurra.

Na grande final o Brasil encararia a França, que literalmente, não deu chances a seleção canarinho. Em um jogo bastante amarrado, os franceses aproveitaram as poucas chances que tiveram e no segundo tempo marcaram com Brisson aos 5′ minutos e Xuereb aos 10′. Ao Brasil só restava se contentar com a medalha de prata.

O artilheiro da seleção foi Gilmar com 4 gols no total.

11 de Agosto de 1984 – Jogos Olímpicos de Los Angeles – Final – Rose Bowl Stadium – Brasil 0 x 2 França

Seul – 1988

4 anos mais tarde o Brasil voltara com uma seleção recheada de jogadores que estavam despontando na época. Muitos deles fariam história no futebol mundial, o que colocou naquela seleção uma certa pressão. Afinal, era o título que a canarinho ainda não tinha.

A equipe contava com jogadores como: Taffarel, Zé Carlos, Mazinho, Neto (o craque Neto), Andrade, Aloísio e o começo da dupla Bebeto e Romário.

O Brasil caiu no grupo D, que definitivamente era um “grupo da morte na competição. Contava também com a Iugoslávia (terceira colocada nas Olímpiadas de 84), Nigéria (que despontava como uma grande potência africana) e a azarona Austrália, que para muitos estava a passeio no grupo.

Na primeira fase, mais uma vez o Brasil sobrou e dessa vez, com 9 gols feitos (segundo melhor ataque da primeira fase, ficando atrás apenas da Zâmbia com 10 gols) e apenas 1 tomado.

O Brasil venceu a Nigéria por 4×0 com 2 gols de Romário, 1 de Bebeto e 1 de Edmar, atropelou a Austrália por 3×0 com todos os 3 gols de Romário que, apesar da pouca idade estava voando e fechou vencendo a Iugoslávia em um duro jogo por 2×1. Gols de André Cruz e Bebeto.

O mais curioso é que no final, a Austrália conseguiria a classificação, passando de coadjuvante para zebra da competição.

Nas quartas de final o Brasil teria um grande rival pela frente. Enfrentaria a Argentina na luta pela vaga para as semis e como favorito o Brasil não decepcionou. Apesar do placar magro, 1×0, gol de Geovani, a seleção canarinho dominou os hermanos durante todo o jogo.

Nas semifinais o Brasil encararia um desafio durissímo contra a Alemanha, uma das melhores seleções da competição e contava com Jurgen Klinsmann, que apesar de ser muito jovem, se despontava como um grande craque.
O Brasil saiu atrás no placar (pela primeira e única vez na competição) Fach marcou para os alemães aos 5 minutos do segundo tempo, o Brasil empatou na raça com Romário (sempre ele) aos 34′ minutos.

O 0x0 na prorrogação levou a partida para as penalidades. João Paulo, Luís Carlos Winck e Romário converteram para o Brasil. No lado dos alemães Kleppinger e Fach marcaram. 3×2 para o Brasil, levando a seleção para sua segunda final consecutiva.

A grande final seria contra a União Soviética, o que parecia ser um páreo fácil para o Brasil, ao considerar a primeira fase da equipe do leste europeu. O Brasil até saiu na frente com Romário aos 29′ do primeiro tempo, porém a máxima do futebol que nunca falha fez se valer: “Quem não faz, leva.”

Dobrovolski marcou de pênalti aos 15′ do segundo tempo e na prorrogação Savichev fechou o placar de 2×1. Decretando uma dura derrota para uma seleção tão brilhante, que viria a ser a base da equipe tetracampeã em 1994.

O artilheiro da seleção e da competição, foi Romário com 7 gols.

Atlanta – 1996

Após a não classificação para as Olímpiadas de Barcelona em 1992 em um dos maiores fracassos da história da seleção canarinho, o Brasil voltava as Olímpiadas com um uma grande expectativa.
Dois anos após o tetra, o ouro olímpico se tornava um objeto de desejo ainda não conquistado pelo Brasil e colocaria bastante pressão na geração de 1996.

A seleção contava com nomes como: Dida, Zé Maria, Aldair, Flávio Conceição, Roberto Carlos, Bebeto, Amaral, Juninho Paulista, Rivaldo, Sávio, Danrlei, Zé Elias, Luizão e Ronaldo. Toda a base que viria a disputar a Copa do Mundo da França, 2 anos mais tarde.

Novamente no Grupo D, o Brasil não teria a mesma facilidade para se classificar como nos anos anteriores. O grupo que era formado por Nigéria (uma das mais incríveis gerações produzidas pelo futebol africano), Japão e Hungria. Viu-se um grande equilibrio, com Brasil, Nigéria e Japão terminando empatados em pontos, sendo decidido pelo saldo de gols.

Logo no começo, um susto. O Brasil perdera de 1×0 para o Japão. Algo que nunca tinha acontecido na era olímpica moderna. A seleção se recuperou vencendo a Hungria por 3×1 com gols de Ronaldo, Juninho Paulista, e Bebeto e vencendo a Nigéria em um jogo bastante duro por 1×0, com gol de Ronaldo.

Na quartas de final o Brasil encararia a seleção de Gana, outra grande geração que trária muitas dificuldades. A seleção saiu na frente com o gol contra de Doudu aos 18′ minutos do primeiro tempo, tomou a virada com Akonnor aos 23′ e Aboagye aos 8′ do segundo tempo.

O jogo seguia tenso, mas o Brasil buscou a virada na base do talento. Ronaldo aos 11′ do segundo tempo empatou e virou aos 17′. Bebeto deu números finais a partida aos 27′ do segundo tempo.

Na semifinal o Brasil enfrentaria novamente a seleção nigeriana e vale destacar alguns nomes daquela equipe que fez história.

Seleção brasileira entrando em campo na final contra a Nigéria



Pausa para referência gamer:

Para todos que jogaram Winning Eleven 4 e sabiam o quão infernal era essa equipe nigeriana que contava com: Amokachi, Babangida (corria 19 e fazia uma excelente dupla de ataque com Roberto Carlos na Master League), os irmãos Babayaro, Kanu, Obafemi, Okocha, Oliseh e West (o zagueiro de cabelo verde).

O Brasil não conseguiria repetir o jogo da primeira fase e em uma noite muito inspirada dos africanos, a seleção canarinho não conseguria contê-los.

O Brasil chegou a sair na frente, logo no primeiro minuto de jogo com Flávio Conceição, os nigerianos conseguiram o empate com um gol contra infeliz de Roberto Carlos aos 20′ minutos. Porém em um raio de esperança, o Brasil virou com Bebeto aos 28′ e ampliou aos 38′, novamente com Flávio Conceição, 3×1 Brasil e um placar aparentemente tranquilo.

Os brasileiros não contavam com Ikpeba diminuindo aos 33′ e no último lance da partida Kanu, empatando e forçando a prorrogação. Na prorrogação, ainda nas cordas pelo gol no último minuto, o Brasil sofreria mais um gol de Kanu, logo no começo do tempo extra. Sendo assim, eliminado por uma das maiores aberrações criadas pela FIFA, o Gol de Ouro.

Ao Brasil, só lhe restava contentar com a disputa do terceiro lugar, mas tendo em mente que não perdeu para qualquer seleção e sim uma geração muito especial.

Na disputa pelo bronze, o Brasil enfrentou portugal e não tomou conhecimento da seleção lusitana, aplicando um sonoro 5×0 sem anotar a placa. Com gols de Ronaldo Fenômeno aos 5′ minutos, Flávio Conceição aos 11′, Bebeto aos 2′ do segundo tempo e mais uma vez Bebeto, de pênalti aos 30′.

A final foi decidida entre Nigéria e Argentina em um belíssimo jogo onde os africanos venceram por 3×2 os hermanos.

Vale lembrar que a seleção argentina também contava com uma grande equipe, com nomes que viriam a marcar o futebol mundial, como: Ayala, Chamot, Cavallero, Crespo, Delgado, Gallardo, Cláudio Lopez, Ortega, Sensini, Simeone e Javier Zanetti.

Sydney – 2000

Sidney sempre será lembrada (até então) como a pior campanha da história olímpica da seleção masculina de futebol.
A começar pela controversa convocação de Vanderlei Luxemburgo, cortando nomes como Rivaldo, Cafú, Juninho Pernambucano e etc.

Porém ainda sim tinha uma equipe considerada forte com Ronaldinho Gaúcho, Alex, Edu, Athirson, Fábio Aurélio, Roger e Geovanni. O Brasil se clássificou em primeiro graças aos gols feitos, pois sua campanha foi muito irregular. Começou a competição vencendo a Eslováquia por 3×1 com gols de Edu, Cisovsky contra Alex.

No jogo seguinte, um atropleo da seleção da África do Sul por 3×1. Fortune, Nomvethe e Lekoelea marcaram para os sul africanos e Edu descontou para o Brasil.

Na última rodada o Brasil venceu o Japão em uma partida tensa, com vários momentos de domínio japonês, com gol de Alex aos 5′ minutos.

Nas quartas de final o Brasil encontrou o seu algóz, e era a seleção de Camarões, que estava em processo de reconstrução depois do fíasco da Copa do Mundo de 1998.

Os africanos dominaram a seleção brasileira durante os 90 minutos de partida, mesmo com as boas chances criadas pela seleção canarinho. Os camaroneses abriram o placar aos 17′ minutos com Mboma e foi assim durante toda partida, até que na prorrogação Ronaldinho Gaúcho salvou o Brasil em um belo gol de falta, dando esperanças de uma virada na prorrogação.

O tempo extra foi completamente dominado pelo Brasil que desperdiçou um caminhão de chances, inclusive uma bola no travessão. Porém quiseram os deuses do futebol que Mbami marcasse e classificasse a seleção camaronesa no Gol de Ouro, terminando assim o sonho olímpico brasileiro.

Roger, do Brasil, durante jogo entre Brasil x Camarıes, partida v·lida pelas OlimpÌadas de Sydney. ©RICARDO CORREA

Pequim – 2008

8 anos se passaram após o fracasso de Sydney e a não classificação para as Olímpiadas de Atenas em 2004 e o Brasil chegava como franco favorito pelo ouro.

Para se ter uma idéia do nível da seleção: Alexandre Pato, Hernanes, Anderson, Diego Alves, Diego, Ilsinho, Jô, Lucas, Marcelo, Rafinha, Rafael Sóbis, Ramires, Ronaldinho Gaúcho, Thiago Silva e Thiago Neves. Jogadores que mesmo jovens, estavam surpreendendo e consideradas grandes promessas do futebol nacional.

No grupo C, o Brasil teria um grupo “tranquilo”, com seleções como Bélgica, China e Nova Zelândia. E de fato foi tranquilo, tanto que o Brasil não sofreu um gol se quer na primeira fase.

A estréia foi logo contra a Bélgica e o jogo não foi lá um primor, mas o importante foi a vitória por 1×0 com gol de Hernanes aos 39 do segundo tempo. Na segunda partida o Brasil apresentou um futebol um pouco mais aprimorado e aplicou uma bela goleada na Nova Zelândia. Fechou 5×0 com gols de Anderson, Alexandre Pato, Ronaldinho Gaúcho 2 vezes e Rafael Sóbis para fechar o placar.

O último jogo do grupo, contra a seleção da China, também foi bem tranquilo. Vitória por 3×0 com gols de Diego e 2 de Thiago Neves. O Brasil se classificava como a melhor da primeira fase, a favorita e a que apresentava, até então, o melhor futebol.

Nas quartas de final o Brasil reencontraria o algóz de 2000, a seleção de Camarões. É bem verdade que a equipe africana estava longe dos tempos de Eto e companhia, mas ainda sim fez um bom jogo, contendo todas as investidas da seleção brasileira. O jogo foi decidido na prorrogação com gols de Rafael Sóbis e Marcelo (a FIFA havia acabado com o Gol de Ouro em 2004).

Na semifinal uma baita pedreira… A Argentina do jovem Lionel Messi que acabara de eliminar a Holanda em um jogo bastante complicado.

No dia 19 de agosto de 2008, as duas seleções foram a campo e o que vimos foi um show dos hermanos. Os argentinos faziam parecer fácil e dominaram completamente a partida. O Brasil foi massacrado por um 3×0 com dois gols de Aguero e um de Riquelme.

Mais uma vez o Brasil teria de amargar a disputa de terceiro lugar na competição, encarando a seleção da Bélgica e recuperado do baque o Brasil venceu por 3×0 com gols de Diego e 2 gols de Jô.

Londres – 2012

Em Londres o Brasil não entrava como favorito. Muitas caras novas na seleção, muitos jogadores que jogaram mais no exterior e sem muita identificação com a torcida, faziam daquela seleção um tanto quanto “estranha” aos olhos do torcedor brasileiro.

A equipe contava com: Thiago Silva, Marcelo, Lucas, Leandro Damião, Oscar, Neymar, Hulk, Ganso e Alexandre Pato.

No grupo C, a seleção brasileira teve como adversários o Egito, a Bielorrússia e a Nova Zelândia, sendo considerado um grupo relativamente fácil pelo nível dos jogadores.

A primeira partida foi contra o Egito e a partida parecia tranquila, o Brasil abriu 3×0 com Rafael, Leandro Damião e Neymar. Porém a seleção parecia estar desligada na partida e viu a equipe egípcia diminuir para 3×2 (inclusive com um gol de Salah, que estava despontando para o futebol mundial) e quase até empatar.

No segundo jogo o Brasil enfretaria a Bielorússia e mais uma vez a equipe parecia desligada, tomando um susto logo aos 8 minutos do primeiro tempo quando o brasileiro naturalizado, Bressan, abriu o placar para os adversários.
Com a cabeça no lugar o Brasil entrou no jogo e virou para 3×1 com gols de Alexandre Pato, Neymar e Oscar dando números finais a partida.

O jogo de fechamento do grupo, contra a Nova Zelândia, foi a partida mais tranquila do grupo, 3×0 sem muitas complicações e sustos. Gols de Danilo, Leandro Damião e Sandro para fechar.

Nas quartas de final o Brasil enfrentaria Hondruas e meu amigo, foi susto atrás de susto. Os hondurenhos abriram o placar aos 12 minutos com Martínez, o Brasil empatou com Leandro Damião aos 38′, os hondurenhos tomaram a frente de novo com Espinoza aos 3′ do segundo tempo, Neymar empata a partida aos 6′ do segundo tempo em cobrança de pênalti e Leandro Damião fechava a virada aos 15′ do segundo tempo.

Na semifinal o Brasil enfretou a Coréia do Sul e diferente do que muitos pensavam, foi uma partida considerávelmente tranquila onde a seleção venceu por 3×0 com gol de Rômulo e dois de Leandro Damião, que por sinal jogou muito nesta Olímpiada.

Na final o Brasil enfrentaria a zebra da competição, o México e em uma partida pegada, com marcação forte e muitas faltas, o brasil sofreria um duro golpe. Mais uma vez desatenta, a seleção sofreu o gol logo no primeiro minuto de jogo com Peralta. O Brasil insistia em jogadas aéreas porém o time de Mano Menezes não produzia tanto perigo e em um contra-ataque, Peralta (de novo ele) ampliou aos 30′. O Brasil descontou com Hulk nos acréscimos, mas nada adiantou e a medalha de prata seria amarga para a seleção.

Final: Brasil x México

Rio de Janeiro – 2016

Donos da casa e com muitas dúvidas e desconfiança por parte da torcida, o Brasil dava ínicio a mais uma jornada olímpica, onde a baixa expectativa acabaria sendo uma grande alíada da seleção.

A seleção brasileira contava com nomes como: Weverton, Rodrigo Caio, Marquinhos, Renato Augusto, Luan, Rafinha, Gabigol, Neymar e Gabriel Jesus.

O grupo do Brasil era considerado intermediário, contando com Dinarmarca, Iraque e África do Sul e o que se viu durante a competição foi de doer as vistas.

O primeiro jogo do Brasil contra a África do Sul foi um 0x0 estilo “balde de água fria” pois foi uma partida muito fraca, tanto técnicamente quanto no quesito futebol arte. No segundo jogo, outra decepção. Mais um empate, desta vez contra a seleção do Iraque em 0x0 em um jogo que curaria a insônia de qualquer fã de futebol, sendo que os iraquianos em muitas oportunidades estiveram mais perto do gol.

Na terceira e última partida da fase de grupos, o Brasil encarou a Dinamarca e aplicou uma goleada de 4×0 com dois gols de Gabigol, Gabriel Jesus e Luan. Parecia que finalmente o futebol brasileiro havia despertado.

A partir das quartas de final, as coisas começaram a ficar mais interessantes. No jogo contra a Colômbia, a seleção brasileira fez uma bela apresentação, vencendo por 2×0 com gols de Neymar e Luan. Não só pela vitória, mas a partida evidenciava uma grande evolução no futebol da seleção brasileira.

Na semifinal o Brasil reencontraria a seleção de Honduras, mas desta vez sem sustos. Um passeio no Maracanã por 6×0 co 2 gols de Neymar, 2 de Gabriel Jesus, Marquinhos e Luan.

A final seria disputada contra a Alemanhã que havia vencido a Nigéria de forma maiúscula, entrando como uma grande concorrente ao ouro olímpico contra o Brasil.

Na final o que se viu foi um jogo tenso, estudado e muito tático. O Brasil abriu o placar aos 26 com Neymar. O sonho do ouro parecia cada vez mais perto, porém a seleção não aguentou a pressão alemã e cedeu o empate aos 14′ do segundo tempo com Meyer e o que se viu a seguir foi uma total pressão de ambas as partes.

Com o placar mantido na prorrogação, a partida seria definida nos temidos pênaltis e ai o Brasil foi perfeito. Converteu com Renato Augusto, Marquinhos, Rafinha, Luan, e Neymar. Já os alemães foram “quase” perfeitos, perdendo a última cobrança com Petersen.

Enfim o Brasil, conquistava o tão sonhado ouro olímpico e a grande ironia do destino é que foi justamente com a seleção com o futebol mais inconsistente de todas as que o Brasil já levou para as Olímpiadas.

Brasil comemorando o tão sonhado ouro olímpico.

Tóquio – 2020

Nesta quinta feira 22/07 o Brasil encara a Alemanhã com uma partida cheia de místicas, na estreia das Olimpíadas de Tóquio. Não só por ter sido a última final da Olímpiada, mas também por ser em Yokohama, palco da Copa do Mundo de 2002, onde o Brasil se sagrou penta.

Os convocados são: Santos (Athletico PR), Brenno (Grêmio), Lucão (Vasco); Daniel Alves (São Paulo), Gabriel Menino (Palmeiras), Guilherme Arana (Atlético-MG), Abner (Athletico PR); Gabriel Magalhães (Arsenal), Nino (Fluminense), Diego Carlos (Sevilla), Bruno Fuchs (CSKA); Douglas Luiz (Aston Villa), Bruno Guimarães (Lyon), Douglas Augusto (PAOK), Claudinho (RB Bragantino), Matheus Henrique (Grêmio), Reinier (Borussia Dortmund); Matheus Cunha (Hertha Berlim), Martineli (Arsenal), Antony (Ajax), Paulinho (Bayer Leverkusen) e Richarlison (Everton).

Desejamos sorte a nossos atletas na busca por mais um ouro para o Brasil!

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