O SPM 365 traz para vocês grandes seleções que, mesmo com equipes incríveis, passaram em branco em copas do mundo. Confira.

5 – Portugal 1966

A grande geração de ouro de Portugal caiu na semi-final para a anfitriã e campeã daquela oportunidade, a Inglaterra. Comandados pelo brasileiro Otto Glória, foi a melhor campanha dos lusitanos em mundiais, conquistando um bronze, além de eliminar o Brasil de Pelé nas quartas.

Este grande time era basicamente o grande Benfica da década de 60, com destaque ao mítico Eusébio (um dos maiores jogadores da história) e Mário Coluna.

Time base:
José Pereira; Alexandre Baptista, José Carlos, Alberto Festa e Hilário; Mário Coluna e José Augusto; Jaime Graça, Antônio Simões, José Torres e Eusébio.

4 – Alemanha 1970

A Alemanha juntava os cacos de 1966 depois de perder a final para a Inglaterra e em 1970 chegara ainda mais reforçada para a copa do mundo no México.

Mais uma vez, os deuses do futebol nos propiciaram um espetáculo como nunca mais teremos no futebol. A campeã europeia de 68, a Itália, enferentou a incrível geração alemã, neste que é considerado a melhor partida da história das copas do mundo.

Esta antológica partida terminou em 4×3 para os italianos e segundo alguns, mesmo com a derrota os alemães estavam melhores na partida.

Time base:
Maier; Vogts, Schnellinger, Beckenbauer e Patzke; Schulz e Overath; Grabowiski Uwe Seeler, Gerd Muller e Lohr.

3 – Hungria 1954

Talvez você esteja se perguntando: “Mas a Hungria?”. Hoje em dia é difícil dizer quem é a Hungria “na fila do pão”, mas em 1954 apresentava o futebol mais bonito e moderno do mundo.

O seu treinador Gusztáv Sebes foi um gênio do esporte, implementando táticas, formas de treinamento e de preparo físico nunca antes vistos e levou a seleção da Hungria de 54 a um patamar quase alienígena.

Aquela mágica equipe foi campeã olímpica em 1952 e não se esperava menos do que o título mundial de 1954, mas não foi isso que aconteceu. Em 4 de julho de 1954, na cidade de Berna na Suíça, aconteceu aquela que é considerada a maior zebra da história do futebol mundial. Após abrir 2×0 de vantagem, os húngaros cederam a virada aos alemães em um atordoante 3×2 jamais esperado na história, que depois seria conhecido para sempre como “O Milagre de Berna”.

O time liderado pelo lendário Puskas (que da nome ao título de gol mais bonito do ano eleito pela FIFA) não se reergueu e infelizmente se desmanchou e nunca mais na história conseguiu repetir uma boa campanha em copas do mundo.

Time base:
Grosics; Buzánsky, Lorant e Lantos; Bozisik e Zakarias; Toth, Kocsis, Hidegkuti, Puskas e Czibor.

2 – Holanda 1974

O famoso “Carrossel Holandês” deu ao mundo do futebol um choque e um espetáculo ao mesmo tempo. O técnico Rinus Michels concebeu a ideia do “ataque total”, no qual todos os jogadores atacavam, marcavam e defendiam. Não existiam posições fixas, o que confundia bastante os adversários.

Esta seleção era liderada em campo pelo lendário Joahn Cruyff, que além capitão, era um monstro em campo. Ele absorvia muito bem os comandos de Michels e passava para seus companheiros com maestria. Porém nem tudo são flores e o adversário era a Alemanha de Beckenbauer e Miller na final de 1974.

Depois de chegarem ao gol logo aos 2 minutos sem que os alemães sequer tocassem a bola, os holandeses não foram capazes de conter a reação alemã, que, sejamos justos, também era um timaço remanescente da copa de 70. E, assim, Alemanha foi campeã com todos os méritos.

Em 1988, os holandeses, ainda sob comando de Rinus, foram campeões da Eurocopa. Não mais com aquele impetuoso time – sem desmerecer esta geração, que também era incrível – porém serviu de alento a este genial treinador.

Time base:
Jongbloed; Ruud Krol, Rijsbergen e Suurbier; Haan, Van Hanegem, Jansen e Neeskens; Cruyff, Rensenbrink e Rep;

1 – Brasil 1982

A tão falada seleção de 82 é considerada por muitos a maior geração de craques brasileiros depois de 1970 e a maior prova que no futebol não se admite erros. Pode-se dizer que jamais veremos uma Seleção Canarinho tão bem representada como esta e que não levantou o caneco naquele ano.

A categoria começava pelo banco de reservas ao ser comandada por Telê Santana, o maior técnico da história do Brasil. No gramado, grandes craques como Zico e Socrates eram os responsáveis por encantar com o futebol.

O Brasil caiu na segunda fase, depois de uma fase de grupos com 100% de aproveitamento. Ninguém esperava este revés, mas o destino colocou Paolo Rossi no caminho do Brasil para marcar 3 gols e eliminar a seleção canarinho. A Itália era de fato uma grande equipe mas não estava no mesmo nível que o Brasil e outras potência da época, como Alemanha e a França do lendário Platini.

A categoria daquela seleção brasileira começava pelo banco ao ser comandada por Telê Santana, o maior técnico da história do Brasil.
Goleiros: Waldir Peres, Paulo Sérgio e Carlos.
Defensores: Leandro, Oscar, Luizinho, Toninho Cerezo, Junior, Edevaldo, Juninho, Edino e Pedrinho.
Meias: Falcão, Socrates, Zico, Éder Aleixo, Batista e Dirceu.
Atacantes: Serginho, Renato e Roberto Dinamite.

E ai fã do esporte, gostou do nosso conteúdo? Se você é fã do futebol lendário não deixe de escalar suas 11 lendas SPM 365 e se divertir!