Assim como todos os esportes, o futebol também tem escândalos que mancham a história do esporte. Confira também nossa parte I.

A máfia do apito

Arbitro Edilson Pereira de Carvalho

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No dia 23 de setembro de 2005, a revista Veja, uma das mais famosas do Brasil, deu a conhecer uma notícia que viraria o maior escândalo dos últimos tempos para o futebol brasileiro.

De acordo com a investigação, um grupo de investidores comandado pelo empresário Nagid Fayad, cujo apelido era “Gibão”, davam propinas aos árbitros Paulo José Danelon e Edilson Pereira de Carvalho em troca de certos benefícios.

A tarefa dos juízes era garantir determinados resultados nos jogos que dirigissem, com o objetivo de que os investidores ganhassem nos sites de apostas onde tinham colocado importantes quantidades de dinheiro.

Segundo as pesquisas, os árbitros recebiam 10 mil reais por partida fraudada e eles teriam interferido nos resultados de diversas competições, como a Copa Libertadores, a Sul-Americana, o Paulistão e os Brasileirões Séries A e B.

A ação ilegal foi descoberta no Campeonato Brasileiro de 2005. Como consequência, 11 jogos originalmente apitados pelo árbitro Pereira de Carvalho foram cancelados e disputados novamente. Embora os investigadores tinham convicção que o plano já acontecia há muito tempo, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu não alterar as competições de outros torneios porque era muito complicado voltar a todas as competições.

Após refazer os jogos, o campeonato acabou, e o Corinthians venceu o Colorado por 3 pontos. O time paulista conquistou 4 pontos em dois confrontos refeitos, mas se o resultado original se mantivesse, o Internacional poderia ter vencido a competição.

Escândalo da Serie A 2006

Foi um escândalo desportivo que teve o seu auge em julho de 2006 e resultou no rebaixamento da Juventus e outras penalidades de várias equipes de topo, como Milan, Lazio e Fiorentina e a exclusão de vários dirigentes e árbitros da federação.

O ponto em questão era na verdade uma suposta combinação entre alguns dirigentes e os designadores dos árbitros, criando pressões (midiáticas e pessoais) para obter árbitros considerados mais favoráveis para algumas partidas do campeonato. Na investigação, 19 partidas da Série A tiveram envolvimento com o esquema.

Como consequência, no dia 4 de julho de 2006, foram divulgadas as sentenças, que penalizavam a  Juventus, Fiorentina, Lazio e Milan com o rebaixamento (cada time perdeu respectivamente 6, 15, 15 e 3 pontos). Além da proposta de rescisão para os principais administradores e árbitros envolvidos.

Ivens Mendes

Ivens Mendes em depoimento para a polícia.

No dia 7 de maio de 1997, o Jornal Nacional apresentou conversas gravadas de Ivens Mendes, que comandava a Comissão Nacional de Arbitragem, a Conaf. Nesses diálogo, Mendes aparece se dirige aos presidentes de Atlético Paranaense e Corinthians, Mario Celso Petraglia e Alberto Dualib, respectivamente. Com o mandatário do time paranaense, Ivens pedia 25 mil reais e insinuava que poderia dar uma “ajuda” em relação à arbitragem. 

Com Dualib, pedia ajuda financeira para sua campanha. O presidente corintiano afirmou ter uma relação estritamente pessoal com a campanha de Mendes, e Petraglia se disse coagido, mas que não participou de nenhum tipo de fraude.

Ivens também foi acusado em interferir em jogos da Seleção Brasileira, em partidas do seu time do coração. a Francana, e de ter um grupo de “árbitros favoritos”.

E aí, qual é o maior escândalo para você? Conta pra gente! Não esqueça de fazer sua escalação no SPM 365!