A rápida disseminação do novo Coronavirus mobilizou o mundo e os clubes de futebol também se juntaram à luta para frear o vírus

Jogos com portões fechados

Antes da Covid-19 ser uma pandemia de fato, alguns países europeus realizaram jogos sem torcida na tentativa de seguir com as competições sem que houvesse grandes aglomerações de torcedores. Até mesmo alguns jogos de volta das oitavas da Champions League aconteceram nessas condições (foi o caso de PSG 2×0 Borussia, dia 11 de março).

Era questão de tempo até que o Brasil fosse atingido pela doença e aqui a estratégia também foi adotada. Jogos do Paulistão, Gauchão e Carioca aconteceram sem qualquer público nas arquibancadas.

Gradativamente, os campeonatos nacionais na Europa foram sendo suspensos pelas respectivas federações e o mesmo aconteceu com estaduais aqui no Brasil. Nesse mesmo sentido, dia 16 de março, a CBF optou por suspender todas as competições nacionais que estavam sob sua coordenação: Copa do Brasil, Campeonatos Brasileiros Femininos A1 e A2, Campeonato Brasileiro Sub-17 e Copa do Brasil Sub-20.

Hoje, com a crise mundial instalada, somente um país na europa manteve seu campeonato nacional inalterado – inclusive com torcida nos estádios. O presidente da Belarus (ou Bielorussia) afirmou que “estas coisas passam, o mais importante é não entrar em pânico” e, portanto, todos os estabelecimentos continuam funcionando normalmente no país.

Estádio como abrigo

Com a possível sobrecarga do sistema de saúde brasileiro por causa do alto contágio do Coronavirus, as autoridade estão buscando alternativas para expandir o número de leitos destinados aos infectados.

Como não há campeonatos acontecendo, alguns estádios já estão à disposição do poder público para que sejam montados hospitais de campanha para tratamento: no Rio de Janeiro, o estádio Nilton Santos; em Curitiba, Arena da Baixada; em São Paulo, Morumbi, Pacaembu e Arena Corinthians; em Natal, Frasqueirão; em Brasília, Mané Garrincha.

Ações individuais

Cristiano Ronaldo

O astro português e seu empresário estão financiando a ampliação de dois hospitais nas cidades de Lisboa e Porto, ambas em Portugal.

Messi

O meia do time blaugrana doou 1 milhão de euros (cerca de 5,5 milhões de reais) para o Hospital Clinic de Barcelona e para um hospital da Argentina, seu país natal.

Guardiola

Assim como Messi, o treinador do Manchester City doou 1 milhão de Euros para a Fundação Angel Soler Daniel, responsável pela Faculdade de Medicina de Barcelona.

Pogba

O jogador francês lançou o ‘Fundo de Arrecadação de 27 anos do Pogba contra o novo coronavírus”. Aproveitando seu aniversário em 15 de março, Pogba incentivou seus fás e seguidores a contribuírem para arrecadar no mínimo 30.000 euros.

Totti

Ídolo da Roma e ex-jogador da seleção italiana, Totti lançou um financiamento coletivo para auxiliar o Hospital Spallanzani na construção de mais unidades de tratamento intensivo destinadas aos atingidos pelo Coronavirus.

Seleção da Alemanha

Nossos carrascos de 2014 fizeram a maior doação noticiada até agora: foram 2,5 milhões de euros.

Cadastre-se grátis no SPM365