A Copa de 2006 consagrou a Itália como campeã do mundo, teve momentos emblemáticos como a cabeçada de Zidane, e a decepção da Seleção Brasileira. Confira!

Com o brilhantismo de Zidane e uma final que deu o que falar, o evento sediado na Alemanha contou com 32 seleções divididas em 8 grupos. A UEFA garantiu 14 membros, a CONMEBOL, CONCACAF e a AFC tiveram 4 representates cada, a CAF possuiu 5 membros e a CFO apenas um.

UEFA
Alemanha
Croácia
França
Países Baixos
Inglaterra
Polônia
Portugal
Sérvia e Montenegro
Suécia
Ucrânia
Suíça
Espanha
Itália
Tchéquia
CONMEBOLCONCACAFAFC
ArgentinaEstados UnidosArábia Saudita
BrasilMéxicoCoreia do Sul
EquadorTrinidad e TobagoJapão
ParaguaiCosta RicaIrã
CAF e OFC
Angola
Costa do Marfim
Gana
Togo
Tunísia
Austrália

Seleção Brasileira

Elenco Seleção Brasileira 2006

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Com Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Ronaldo e Adriano no elenco selecionado, a Seleção Brasileira chegou à Copa de 2006 com toda atenção dos holofotes. Apesar do elenco de estrelas, os comandados por Carlos Alberto Parreira deixou a desejar.

Apesar de ter passado da primeira fase com 100% de aproveitamento, a baixa produtividade do time durante toda a Copa do Mundo frustrou a todos. Com nomes consagrados – além do famoso e falado “quadrado mágico” – a seleção teve dificuldades na estreia contra a Croácia, em que venceu por 1 a 0. O desempenho no confronto seguinte também deixou a desejar, com pouca criatividade e muitos sustos e sofrimento para vencer a Austrália por 2 a 0.

Apenas no último jogo da primeira fase, contra o Japão, a equipe demonstrou um bom futebol, com uma equipe mista, a Seleção Canarinho bateu o Japão por 4×1, o que deu um ânimo na torcida. Nas oitavas, o Brasil venceu Gana por 3×0, e Parreira optou por utilizar a formação das duas primeiras partidas do torneio.

O jogo seguinte, entretanto, marcou a despedida melancólica do Brasil e desencadeou uma tempestade de críticas à preparação dos jogadores. A primeira etapa de treinos acabou se transformando em uma grande ‘festa’, com direito a invasão de torcedores ao campo de treinamento, relatos de abusos na noite e exageros por parte de alguns atletas. Parreira foi alvo de contestações por ter sido permissivo com as estrelas brasileiras e por demorar a mexer na equipe durante os jogos e, principalmente, na derrota para a França.

As esperanças ofensivas da seleção na Alemanha ruíram após uma preparação contestada. E quem brilhou mesmo foram os zagueiros. O time sofreu apenas dois gols em cinco jogos, a segunda melhor marca do país na história da competição, deixando-a com uma média de apenas 0,40 gols sofridos por partida.

No Mundial de 1986, a melhor da seleção nesse quesito, a média foi de 0,20 por jogo. Em 1994, nos Estados Unidos, quando o time também dirigido por Carlos Alberto Parreira conquistou o tetracampeonato em um jogo caracterizado pelo sistema defensivo, a equipe levou três gols em sete partidas, o que dá uma média de 0,43 gol por jogo.

A campeã

Itália é campeã mundial

Antes de a Copa começar, o favorito absoluto era o Brasil, com um time fantástico no papel, e com Ronaldinho então bicampeão do prêmio de melhor jogador do mundo. Porém, esse time não saiu mesmo do papel, e se esqueceu de jogar futebol na Alemanha.

Sob comando de Marcello Lippi, a Squadra Azzurra, conseguiu criar um grupo forte e unido, desenvolvendo a vontade por um só objetivo na Alemanha: conquistar a Copa do Mundo.  A primeira fase foi tranquila, duas vitórias e um empate, mas as oitavas foi sofrida, 1×0 contra a Austrália. Depois a equipe cresceu: passou pela Ucrânia, conseguiu sua classificação na final derrotando a Alemanha e venceu da França na final.

A Itália, depois de um jejum 24 anos, conquistou o seu sonhado tetracampeonato mundial, e enterrava de vez a sina de perder em decisões por pênaltis. Itália 5-3 França.

O craque

Cabeçada de Zidane

Além de craque, Zinedine Zidane foi o protagonista da Copa de 2006 e teve seu nome eternizado pelo Mundial na Alemanha. Em grande fase voltou em grande estilo, mais participativo e criando excelentes ocasiões, o meia fez a diferença na Seleção Francesa e foi decisivo.

Fez gols nas oitavas de final, contra a Espanha, nas semifinais, diante de Portugal, e na histórica final contra a Itália, quando foi expulso por dar uma cabeçada em Materazzi, em um dos momentos mais marcantes da história das Copas.

Para você quem deveria ganhar a Copa de 2006? Conta pra gente! Aproveite e faça sua escalação no SPM 365!